9ª edição FinancIES
Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil

     O sucesso do 9º FinancIES resulta do empenho de todos que fazem parte desta rede, formada por executivos financeiros de Instituições de Ensino Superior de norte a sul do País. Agradecemos a participação e o comprometimento com nossa proposta de buscar soluções conjuntas para melhor enfrentar desafios comuns do dia a dia da Educação. A expectativa é de que as discussões possam fortalecer nossa representatividade e garantir melhorias contínuas no setor. Em 2017, temos encontro marcado na décima edição do evento. Até breve.

Notícias

9º FinancIES revela estratégias para inovação acadêmica
21/10/2016

Estratégias para garantir a inovação e reestruturação acadêmica com sustentabilidade são compartilhadas por gestores da educação de todo o País nesta sexta-feira (21-10), segundo dia da programação do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES). A nona edição do evento, que teve início ontem (20-10), reúne representantes de 19 estados do País, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju (SE). Além da oportunidade de acompanhar a discussão de temas da atualidade na educação, os participantes trocam experiências sobre desafios e ações de sucesso em suas IES.

Os trabalhos foram abertos pela diretora academia da URI, Elisabete Cerutti, que falou sobre a inovação acadêmica presente e futura e a nova juventude que chega ao ensino superior. “As universidades precisam pensar em atrativos e desafios para que seus acadêmicos percebam a diferença em estudar numa instituição que se preocupa com aspectos além do currículo. Quanto mais diferenciais apresentar em sua totalidade, maior será sua eficácia. É preciso pensar naquilo que cada um deseja ser visto e trabalhar para agregar esse valor”, ensina.

Na sequência, o diretor de Gestão da Riviera Investimentos, Gélio Luiz Barreto Barbosa, e o diretor de Distribuição e Suitability da empresa, Fernando Augusto José, apresentaram as tendências macroeconômicas para 2017 e funding para IES. “Há ferramentas e alternativas de captação de funding para o desenvolvimento de setores de infraestrutura, educação, industrial, prestação de serviços e gestão de fundos destinados aos investidores de grande porte”, destaca Barbosa.

A programação da manhã foi encerrada pela palestra “CSC - Centro de Serviços Compartilhados: O Desafio da Inovação e da Reestruturação”, sob o comando da diretora executiva da Abraes, Elizabeth Guedes. Diante da atual crise econômica do País e da reestruturação do setor educacional, ela alerta que o natural e inevitável movimento de fusão entre mantenedoras traz um desafio adicional a todos que se mantêm fora dele. “A vantagem competitiva das grandes novas empresas está fundamentalmente no compartilhamento de recursos financeiros, humanos e de inteligência de gestão entre suas mantidas”, avalia a palestrante.

À tarde, a primeira palestra abordou os modelos de ensino que garantem mais aprendizagem e custam menos às IES, sob o comando do pró-reitor Acadêmico e diretor de EAD do Grupo Alis Educacional, Gustavo Hoffmann. “Um modelo acadêmico eficiente seja aquele que não somente visa garantir resultados positivos nos indicadores de qualidade externos, como IGC, CPC e Enade, mas que garanta a melhor alocação dos recursos disponíveis e, consequentemente, a entrega dos resultados financeiros de uma IES. O ensino híbrido nos traz esta possibilidade. Fiz ensaios comparando o ensino presencial tradicional, o ensino a distância e o ensino híbrido. Os resultados foram animadores. Alunos submetidos ao ensino híbrido aprenderam mais do que aqueles do presencial tradicional e muito mais do que os submetidos ao EAD. Neste modelo, o aluno aprende mais e custa menos”, enfatiza.

Na sequência, Ricardo Luiz Salvador, sócio fundador da Tasso Pereira & Salvador Advogados Associados, falou sobre questões jurídicas relevantes em financiamento educacional próprio. “São medidas alternativas para captação de novos alunos e manutenção dos atuais, mas que apresentam peculiaridades legais que devem ser consideradas. O principal desafio das IES hoje é encontrar soluções economicamente viáveis e que as mantenham financeiramente saudáveis durante esse período da crise. É fundamental o desenvolvimento de novas políticas para a captação de novos alunos, manutenção dos atuais (beneficiários de programas como Fies, Prouni, parcelamento e financiamento) e redução do percentual de evasão, além da melhora da qualidade do ensino”, explicou.

O Grupo Anjo, formado por Josane Oliveira, Valdineide Guimarães, Silvio Maduenho, Vanda Moura, Walter Rocha, Sérgio Soares, Valquíria Veiga Tessari, Vicente Resende e Vitor Carlos D’Agostini, vencedor da dinâmica do FinancIES , recebeu a premiação pelo projeto de criação da agência homônima de desenvolvimento de novos negócios. Outro ponto alto da programação de encerramento do FinancIES foi o talk-show “Empresários de Sucesso”, que trouxe a trajetória de sucesso do reitor da Unit, Jouberto Uchôa de Mendonça, e do presidente da Construtora Celi, Luciano Franco Barreto. “A primeira vez que entrei em uma instituição de ensino para trabalhar foi como vigilante. Desde 1962, quando fundei o Colégio Tiradentes, enfrentei muitas adversidades, inclusive uma ordem de despejo. Hoje, presido um dos maiores grupos educacionais do Nordeste e espero que minha participação no FinancIES estimule outros empresários a não se vergarem às dificuldades e jamais desistirem dos seus sonhos”, reforçou Mendonça.

A última palestra foi comandada pelo empreendedor social Eduardo Lyra, da ONG Gerando Falcões, fundada por ele há 4 anos em Poá (SP), que conta com 40 colaboradores - 95% moradores da periferia - e atende 600 famílias. “Quando se fala de empreendedores, como os dirigentes das Instituições de Ensino Superior privadas do Fórum, é preciso encarar a crise como uma oportunidade de crescer. Nestas horas é possível crescer como ser humano e profissional porque a visão é forçada a se expandir. Situações difíceis devem ser encaradas com otimismo”, ensina.

9º FinancIES reúne executivos de 19 estados do País
20/10/2016

Gestores da área financeira de 19 estados do País estão envolvidos em uma série de discussões sobre os rumos da educação brasileira, no 9º Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) de hoje (20-10) a sábado (22-10). As atividades acontecem no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju, capital do Sergipe.

O evento aborda o tema central “Infraestrutura e Inovação Acadêmica para o Crescimento Sustentável” e conta com ampla programação. Na manhã desta quinta-feira, os trabalhos foram abertos pelo presidente do FinancIES, professor Iram Alves dos Santos, membro do Conselho Consultivo da Universidade Braz Cubas (UBC), e pelo vice-presidente do Fórum, professor Adriano Dias Souza, diretor-financeiro da Unisul. Na sequência, o superintendente geral do Grupo Tiradentes, Jouberto Uchôa de Mendonça Júnior, e o reitor da Unit, Jouberto Uchôa de Mendonça, destacaram a importância de receber o evento que oferece oportunidade para que profissionais da área possam discutir temas da atualidade, problemas comuns, desafios e estratégias de inovação.

A primeira palestra, sob o comando do professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), Edgard Cornacchione, propôs uma reflexão sobre o mundo das Instituições de Ensino Superior, combinando tecnologia e inovação. Com o tema “Muito Além dos Números - Desafios aos Gestores (financeiros) das IES - A Instituição de Ensino de 2016 a 2030”, ele mostrou como a área financeira se conecta com a sociedade de forma intensa, influenciando e sendo influenciada. “Isso não é diferente com a educação. Tecnologias tendem a promover, direta e indiretamente, mudanças importantes nas dinâmicas sociais, culturais, profissionais, no mercado de trabalho, transformando condições existentes e criando novas oportunidades para negócios”, revela.

Um dos pontos altos da programação foi a discussão sobre os recursos destinados ao Fies (Financiamento Estudantil), do Governo Federal, diante da recente polêmica sobre a liberação de verbas e novas regras do programa, além das dificuldades para renovação de contratos. O debate contou com a participação do reitor do Centro Universitário Ages, da Bahia, José Wilson dos Santos; do diretor-geral da Faculdade Ajes, do Mato Grosso, Clódis Menegaz; do diretor administrativo da mantenedora da Univale, de Itajaí (SC), Renato Bretzke; e do superintendente administrativo-financeiro do Grupo Tiradentes, André Tavares de Andrade.

Também muita esperada no FinancIES, a dinâmica de grupo tem como tema central “Qual a infraestrutura ideal para que a Instituição de Ensino Superior (IES) consiga inovar com sustentabilidade?”. A pergunta foi será respondida pelos participantes, que divididos em grupos discutem sobre o tema e concorrem a prêmios. “Por meio da utilização de metodologias inovadoras de aprendizagem, o assunto é abordado com os executivos financeiros de forma que as IES possam, pós-evento, discutir e implementar as boas práticas discutidas na dinâmica”, explica Jeferson Vinhas, vice-reitor do Grupo Educacional Unis (MG), que comanda a atividade.

Na opinião do profissional, para inovar diante da atual crise econômica enfrentada pelo País, é preciso criatividade na gestão. “Embora este termo seja constantemente ligado à inovação, é necessário trazer a criatividade para ser discutida juntamente com os aspectos da gestão das IES privadas. Há inúmeros exemplos pelo País de que é possível inovar mantendo infraestrutura adequada para que a sustentabilidade não seja comprometida. Em tempos de recessão econômica, as IES devem convocar seus colaboradores a pensarem criativamente nos seus processos. A riqueza deste debate abrilhanta as discussões no FinancIES”, aposta Vinhas.

A dinâmica de grupo do FinancIES estimula a troca de experiências, garantindo que o executivo leve algo concreto da experiência do Fórum. “Também vou abordar qual o nível de interação e conhecimento do executivo financeiro sobre as novas metodologias de aprendizagem que as instituições deles estão trabalhando. Se conhecem, qual a efetiva participação da área financeira nesta discussão. A ideia central é provocar o executivo financeiro a ajudar a pensar o futuro da educação com sustentabilidade. Já é praxe dos nossos eventos que, ao final da dinâmica, todo o material consolidado é disponibilizado na íntegra aos participantes do Fórum. Sempre sugerimos que os executivos financeiros reúnam suas equipes logo após o retorno para casa, com a finalidade de propor um plano de aplicabilidade das possíveis soluções de problemas”, orienta.

À tarde, a programação contou ainda com momentos merchandising dos patrocinadores PraValer, Barco e Gesplan. Para encerrar o primeiro dia de atividades, a Orquestra Sanfônica de Aracaju apresentou repertório típico, seguido de coquetel para os participantes do evento.

9º FinancIES revela vantagens competitivas da economia colaborativa
13/12/2016
Foto de Elizabeth Guedes

Diante da atual crise econômica do País e da reestruturação do setor educacional, a diretora-executiva da Associação Brasileira para o Desenvolvimento da Educação Superior (Abraes), Elizabeth Guedes, alerta que o natural e inevitável movimento de fusão entre mantenedoras traz um desafio adicional a todos que se mantêm fora dele. “A vantagem competitiva das grandes novas empresas está fundamentalmente no compartilhamento de recursos financeiros, humanos e de inteligência de gestão entre suas mantidas”, avalia a palestrante do 9º Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES).

O evento reunirá gestores de todo o País dos próximos dias 20 a 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes,em Aracaju, capital do Sergipe.

Elizabeth falará sobre o tema “CSC - Centro de Serviços Compartilhados: o Desafio da Inovação e da Reestruturação”, no segundo dia da programação (21-10), às 14 horas. “Vou abordar a necessidade de compartilharmos bens, habilidades e serviços dentro da perspectiva de um estilo de vida colaborativo e autossustentável. Os principais desafios hoje são sobreviver e crescer. E a solução é compartilhar”, considera, contando que participou da edição do FinancIES 2015, realizada em Brasília (DF). “Eu me apaixonei pelo grupo, que foi generoso ao me permitir nele conviver nos últimos 12 meses”, enfatiza.

Na avaliação de Elizabeth, ao contrário das associações tradicionais, organizadas por categoria adminstrativa das mantidas, o FinancIES é um forum de profissionais de todo o Pais representando de forma indistinta centenas de mantenedores. “O fato de reunir profissionais da área de finanças, o torna ainda mais especial, uma vez que seus integrantes operam no cerne das instituições de ensino superior com interfaces no planejamento, na estratégia e na tática de execução do trabalho de ensinar. Seus eventos anuais reúnem um público homogêneo, focado e ativo na reflexão e análise dos diferentes desafios que diferentes instituições enfrentam em mercados distintos de nosso País”, conclui a diretora-executiva da Abraes.

9º FinancIES ensina IES a superar situações de crise
12/12/2016
Foto de Eduardo Lyra

A história de superação diante de uma situação de crise vivenciada pelo empreendedor social Eduardo Lyra será levada aos participantes do 9º Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES), que reunirá gestores de todo o País de 20 a 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju, capital do Sergipe.

Na contramão da maioria das pessoas em condição semelhante, Lyra que passou a infância dentro de um barraco, numa favela em Guarulhos, e viu o pai ingressar no mundo do crime e ser preso, conseguiu mudar sua realidade de vida e hoje está na lista da revista Forbes Brasil entre os 30 jovens mais influentes do País, com menos de 30 anos de idade. Esta é a história que ele vai contar em sua palestra “Gerando Falcões”, na nona edição do FinancIES.

“Mesmo diante de todo o cenário desfavorável, não abaixei a cabeça e apostei que era possível superar tudo aquilo, a partir da inspiração da minha mãe, que dizia: ´Filho, não importa de onde você vem, mas sim para onde você vai´. Quando se fala de empreendedores, como é o caso dos dirigentes das Instituições de Ensino Superior privadas que estarão no Fórum, é preciso encarar a crise como uma oportunidade de crescer. Nasci numa crise maior do que a instalada hoje no Brasil, porque era uma crise emocional e social, sem a mínima perspectiva, mas consegui mudar aquela realidade.

Ainda segundo Lyra, os momentos de crise fazem com que as pessoas se reinventem, busquem alternativas e caminhos diferentes e ampliem seu repertório porque as respostas aos problemas precisam ser melhoradas, já que as antigas não servem mais. “A crise mostra quem é cordeiro e quem é leão e faz com que as pessoas caíam no buraco ou subam a outro patamar. Nestas horas é possível crescer como ser humano e profissional porque a visão é forçada a se expandir. Situações difíceis devem ser encaradas com otimismo. Diante da crise do País, a ONG não demitiu, ao contrário, contratou mais e ampliou seus projetos”, enfatiza Lyra, contando que a Gerando Falcões, criada por ele há 4 anos em Poá, tem 40 colaboradores - 95% moradores da periferia - e atende 600 famílias. “Trabalhamos com esporte, cultura e qualificação de jovens, alcançando centenas de famílias e comunidades, tirando as pessoas do crime e ampliando as possibilidades de trabalho, inclusive para ex-presidiários”, completa.

A educação, na opinião do palestrante, é a principal ferramenta para a quebra de paradigmas sociais. “Com a instalação de uma ferramenta de ensino dentro do bairro, as pessoas beneficiadas conseguem uma colocação diferente no mercado e deixam de ganhar, na maioria das vezes um salário mínimo, para se tornarem alvos de contratações em empresas de ponta. A educação quebra uma regra e o menino da favela não vai mais querer ser traficante, porque ganha bem, é aceito em outros espaços, a Polícia não vive mais atrás dele para prendê-lo e ele passa a ter tranquilidade. É isso que pretendemos com os cursos de formação de programadores em computação, que beneficiam 60 jovens e são realizados em parceria com a Oracle e a Microsoft, com foco ainda no empreendorismo e no inglês”, revela.

Participante pela primeira vez do FinancIES, ele conta que a expectativa para o evento é bastante positiva. “Espero poder colaborar com as discussões e ajudar as pessoas a saírem de lá com um ânimo maior para refletirem que há caminhos. Talvez a gente ainda não os tenha encontrado, mas o desafio é não parar de procurar estas alternativas e eliminar as desculpas para deixar de fazer algo”, conclui Lyra.

Dinâmica de grupo do 9º FinancIES traz soluções para inovar com sustentabilidade
15/09/2016
Foto de Jeferson Vinhas

Qual a infraestrutura ideal para que a Instituição de Ensino Superior (IES) consiga inovar com sustentabilidade? Esta é a pergunta que será discutida na dinâmica de grupo, atividade anualmente considerada ponto alto do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES). O evento, já tradicional na agenda dos gestores de IES de todas as regiões do País, chega à nona edição e contará com ampla programação de 20 a 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju, capital do Sergipe.

“Como o Fórum é elaborado e conduzido pelos próprios executivos financeiros das IES privadas, este momento é ansiosamente aguardado por ser aquele ´mão na massa´. Para esta edição, a dicotomia entre infraestrutura e inovação será tratada na dinâmica por meio da discussão que visa responder qual a infraestrutura ideal para que a IES consiga inovar com sustentabilidade. Quando falamos de infraestrutura estamos abrangendo todos os recursos humanos, móveis, imóveis, financeiros necessários para viabilizar qualquer projeto. Por meio da utilização de metodologias inovadoras de aprendizagem, o assunto será abordado com os executivos financeiros de forma que as IES possam, pós-evento, discutir e implementar as boas práticas discutidas na dinâmica”, explica Jeferson Vinhas, vice-reitor do Grupo Educacional Unis, de Minas Gerais, que vai comandar a atividade.

Segundo ele, para inovar diante da atual crise econômica enfrentada pelo País, é preciso criatividade na gestão. “Embora este termo seja constantemente ligado à inovação, é necessário trazer a criatividade para ser discutida juntamente com os aspectos da gestão das IES privadas. Há inúmeros exemplos pelo País de que é possível inovar mantendo infraestrutura adequada para que a sustentabilidade não seja comprometida. Em tempos de recessão econômica, as IES devem convocar seus colaboradores a pensarem criativamente nos seus processos. A riqueza deste debate irá abrilhantar as discussões no FinancIES”, aposta Vinhas.

O principal desafio das IES privadas, na avaliação do executivo, é encontrar caminhos que não dependam de políticas públicas de financiamento de alunos. “A adequação da infraestrutura para uma realidade diferente daquela que se configurou nos últimos anos de forma sustentável vai exigir inovação disruptiva por parte das IES. Neste sentido, as palestras do FinancIES farão com que o executivo financeiro reflita sobre sua gestão, bem como sobre a gestão acadêmica da sua IES. É hora de repensar completamente o modelo tradicional de aprendizagem que as instituições trabalham e isso tem impacto positivo sobre o caixa”, alerta.

A dinâmica de grupo do FinancIES vai estimular, ainda, a troca de experiências, garantindo que o executivo leve algo concreto da experiência do Fórum. “Também vou abordar qual o nível de interação e conhecimento do executivo financeiro sobre as novas metodologias de aprendizagem que as instituições deles estão trabalhando. Se conhecem, qual a efetiva participação da área financeira nesta discussão. A ideia central é provocar o executivo financeiro a ajudar a pensar o futuro da educação com sustentabilidade. Já é praxe dos nossos eventos que, ao final da dinâmica, todo o material consolidado é disponibilizado na íntegra aos participantes do Fórum. Sempre sugerimos que os executivos financeiros reúnam suas equipes logo após o retorno para casa, com a finalidade de propor um plano de aplicabilidade das possíveis soluções de problemas”,orienta.

Vinhas avalia que o FinancIES vem mostrando, desde sua criação, que é o principal fórum de discussão de soluções administrativo financeiras para as IES privadas do Brasil. “Muitos executivos já relataram que mudaram completamente sua forma de atuação dentro da instituição depois de participar de alguma edição do Fórum. Costumo circular pelas associações de instituições de ensino superior brasileiras e todas reconhecem o importante papel que o FinancIES representa no fomento ao benchmarking das IES”, revela.

9º FinancIES propõe reflexão sobre tecnologia e inovação
13/09/2016
Foto de Edgard Cornacchione

Uma reflexão sobre o mundo das Instituições de Ensino Superior, combinando tecnologia e inovação, é a proposta do professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA/USP), Edgard Cornacchione, na palestra que levará ao primeiro dia (20-10) do 9º Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES). O evento acontecerá de 20 a 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju (SE).

Com o tema “Muito Além dos Números - Desafios aos Gestores (financeiros) das IES - A Instituição de Ensino de 2016 a 2030”, ele mostrará como a área financeira se conecta com a sociedade de forma intensa, influenciando e sendo influenciada. “Isso não é diferente com a educação. Tecnologias tendem a promover, direta e indiretamente, mudanças importantes nas dinâmicas sociais, culturais, profissionais, no mercado de trabalho, transformando condições existentes e criando novas oportunidades para negócios. Trataremos das seguintes questões: Como se antecipar aos eventos que transformarão nosso mundo? Como se preparar para criar novas realidades? Qual o papel da inovação em nosso meio? Em que medida é possível se diferenciar dos já exclusivos talentos presentes no mundo? Qual seu papel nesse processo?”, revela Cornacchione.

Na avaliação do palestrante, decisões de alocação de recursos representam grande parte do consumo de energia dos gestores que participam do evento. Desta forma, diz ele, a crise econômica, avaliada em seus diversos estágios e ciclos, também traz oportunidades para inovação que não devem ser menosprezadas. “Os talentos das organizações, se devidamente capacitados, articulados e sintonizados com cenários econômicos, possuem melhores condições de aproveitar tais momentos. Reconhecemos o bom piloto em situações de turbulência ou até emergências! Pretendo discutir temas que irão compor esse fortalecimento de visões”, antecipa.

Cornacchione também aponta que os principais desafios das IES estão centrados nos agentes envolvidos no ambiente educacional, como estudantes, professores, colaboradores, administradores, curriculum, programas, recursos, métodos e artefatos, acrescentando-se os beneficiários diretos e indiretos deste processo, como as famílias, organizações e sociedade como um todo. “Sem detalhar os desafios e dificuldades de cada elemento, destaco que as rupturas sociais, econômicas, demográficas e tecnológicas representam dimensões fundamentais destes desafios. Como encarar o novo contrato social, no qual está inserido o atual conceito de trabalho, revisão dos enquadramentos profissionais, novos modelos de sustentabilidade econômica e investimento educacional para desenvolver capital humano, novos paradigmas de transferência de recursos para viabilizar o processo educacional, atributos das novas gerações e reforma educacional rompendo com modelos tradicionais, presença de avanços tecnológicos afetando elementos de conteúdo e forma presentes no processo de ensino e aprendizagem, recompensa aos mais puros e naturais instintos do ser humano ao estruturar ambiente de aprendizagem? Estes desafios e dificuldades devem estar no radar das IES para mitigar riscos neste segmento, em médio e longo prazos”, ensina.

O profissional falará, ainda, sobre a natureza dinâmica destas ideias, consolidada em uma intervenção na forma de palestra, visando estimular o exercício de reflexão dos participantes, de acordo com suas experiências, e provocando pensamentos que valorizem o processo educacional respeitando transição suave e evitando riscos desnecessários. “Conforme apresentado por Dewey, ´a diferença mais notável entre os seres vivos e inanimados é que aqueles se mantêm pela renovação´. Temas que afetem essa lógica, dentro da referência de rupturas sociotécnicas em educação, serão abordados, como o papel do professor, do estudante e de artefatos educacionais”, completa, avaliando como “louvável” a iniciativa do FinancIES, que busca obter o melhor do coletivo para ações que fortalecem o setor. “Em situações de construção de cenários e desenvolvimento de estratégias, permitir-se extrapolar condições e avançar no tempo é fundamental. Nem sempre confortável, porém com efeitos sistematicamente desejáveis. Estes eventos puderam conciliar visões de futuro com propostas de ações mais imediatas, como parte do processo para que a meta seja conhecida e alcançada. Avalio como muito oportuno e relevante, especialmente para o público em questão, com as responsabilidades que possui”, conclui.

9º FinancIES discute inovação e desafios da gestão acadêmica
04/09/2016
Foto de Elisabete

Em sua apresentação, Elisabete vai falar sobre as considerações abordadas em seu primeiro livro, “A Inovação Acadêmica presente e futura - Uma nova juventude chegou à Universidade: e agora, professor?”, também fruto de sua tese de doutorado. “As universidades precisam pensar em atrativos e desafios para que seus acadêmicos percebam a diferença em estudar numa instituição que se preocupa com aspectos além do currículo. Quanto mais diferenciais apresentar em sua totalidade, maior será sua eficácia. É preciso pensar naquilo que cada um deseja ser visto e trabalhar para agregar esse valor”, ensina a palestrante.

Na opinião da doutora em Educação, inovar nos processos, principalmente no que tange ao olhar acadêmico, é hoje um dos principais desafios enfrentados pelas IES de todo o País. “Temos marcos legais que são de cumprimento obrigatório e necessitamos investir tempo, planejamento e pesquisa para que se consolidem. Para isso, é preciso articular o grupo de trabalho e acreditar nas pessoas que atuam em sua instituição. Na palestra também vou falar sobre contextualização e metodologias no e para o ensino superior, inovação acadêmica e ensino focado no sujeiro da aprendizagem”, explica Elisabete.

A diretora acadêmica da URI participa anualmente do FinancIES. “Acredito ser um evento que traz em pauta temas que são basilares na configuração das IES no Brasil. O ferramental recebido nos garante muitos aprendizados para sermos cirúrgicos em várias situações do cotidiano da gestão da Universidade”, conclui Elisabete.

9º FinancIES discute infraestrutura e inovação acadêmica para o crescimento sustentável das Instituições de Ensino Superior
30/08/2016

A discussão sobre as diversas variáveis que compõem a infraestrutura educacional e as inovações acadêmicas necessárias para garantir o crescimento sustentável será o ponto alto do Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES) deste ano. A nona edição do evento, já tradicional na agenda anual dos gestores de IES de todas as regiões do País, contará com ampla programação de 20 a 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju, capital do Sergipe.

A proposta é abordar assuntos que impactam na infraestrutura necessária para a melhor gestão da IES, como carreira docente, remuneração hora-aula, benefícios adicionais para reter talentos, tecnologia, terceirização, otimização de contas a receber e a pagar, recursos para as Instituições de Ensino Superior e para estudantes, entre outros.

Com o tema “Infraestrutura e Inovação Acadêmica para o Crescimento Sustentável!”, o FinancIES - que representa 1,2 mil executivos financeiros de IES integralmente particulares, comunitárias, confessionais e filantrópicas do Brasil - se consolida no cenário nacional como importante fonte para troca de experiências, interação com profissionais de renome e exposição de ideias, cases e estratégias de sucesso na área educacional.

“No mundo atual, com 213 milhões de linhas de celulares que deixaram de ser apenas telefones e são dispositivos móveis de processamento de informação digital, é necessário o desenvolvimento de infraestrutura para atender esta demanda e buscar sistemas além das salas de aula, de ensino e aprendizagem no ambiente físico e virtual, tudo de forma sustentável. Um dos principais desafios é ajustar as IES para o futuro digital, combinando tamanho e demanda”, explica o presidente do Fórum e membro do Conselho Consultivo da Universidade Braz Cubas (UBC), professor Iram Alves dos Santos, acrescentando que são esperados 255 participantes de todas as regiões do País no evento deste ano.

“Esta edição vai superar a anterior e servir de base para a próxima, em 2017. Em novembro de 2015, quando levamos o FinancIES a Brasília (DF), estávamos no momento mais grave da crise político-institucional brasileira, com a prisão de um senador da República. Agora, em outubro, com as eleições, vivemos um novo ciclo, com esperança de um futuro melhor”, analisa Santos, acrescentando que o Fórum fortalece as relações sociais entre os participantes, permitindo intensa troca de experiências entre as IES.

O vice-presidente do FinancIES, professor Adriano Dias Souza, diretor financeiro da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul), destaca que a excelência na educação requer uma infraestrutura de negócios, pessoas e de finanças ideal e na medida certa. “Não há um modelo padrão único para todas instituições de ensino. O que é bom para uma faculdade com poucos alunos, não necessariamente é indicado para uma Universidade com diversos campi. Além disso, a IES passa por mudança em sua relação ensino-aprendizagem e a inovação é pauta importante ao gestor educacional, inclusive ao financeiro, por isso precisamos estar preparados para atender a missão da educação com excelência e crescimento sustentável e inovador pois, caso contrário, a IES ficará fora do contexto mercadológico”, avalia Souza.

Programação

O 9º FinancIES tem início no dia 20 de outubro, às 8h30, com a recepção dos participantes. A abertura oficial, às 9 horas, será feita pelo presidente do Fórum, professor Iram Alves dos Santos, que passará a palavra ao reitor da Unit, Jouberto Uchôa de Mendonça. Na sequência, o ministro da Educação, José Mendonça Bezerra Filho, foi convidado e é esperado para a discussão do tema “Diretrizes Estratégicas do MEC para o Ensino Superior Privado”. Haverá ainda a palestra “Ensino Híbrido: O Verdadeiro Modelo Low Cost, High Performance no Ensino Superior Brasileiro”, com Gustavo Hoffmann, diretor acadêmico do Grupo Alis Educacional.

Após o almoço, o professor da FEA-USP, Edgard Cornachione, fala sobre “Muito Além dos Números - Desafios dos Gestores (Financeiros) das IES - A Instituição de Ensino de 2015 a 2030”. Em seguida, acontecerá a Dinâmica de Grupo - Estudo de Caso, considerada um dos pontos altos do evento, com o envolvimento de todos os participantes, que abordará o tema “Infraestrutura Ideal e a Inovação nas IES”, sob o comando do vice-reitor da Unis, Jeferson Vinhas. As atividades serão encerradas com o Momento Cultural Unit - instituição anfitriã desta edição do Fórum - e coquetel para os participantes.

Já no dia 21 de outubro, a abertura ficará por conta da palestra “A Inovação Acadêmica Presente e Futura - Uma Nova Juventude Chegou à Universidade. E Agora, Professor”, às 9 horas, com a diretora acadêmica da URI, Elisabete Cerutti. Haverá também discussões sobre as tendências macroeconômicas para 2017 e funding para IES, o cenário político nacional e o Brasil de 2018 e almoço com líderes da educação superior. À tarde, o pró-reitor Administrativo da Uniso, Rogério Profeta, aborda “Captação de Recursos Via Crowdfunding: uma Alternativa para Publicação Independente”, a diretora executiva da Abraes, Elizabeth Guedes, fala sobre “CSC - Centro de Serviços Compartilhados: o Desafio da Inovação e da Reestruturação”, acontece a apresentação e premiação dos trabalhos desenvolvidos na dinâmica de grupo, o talk-show Empresários de Sucesso - “A História Vencedora do Professor Uchôa”, com o reitor da Unit, Jouberto Uchôa de Mendonça, a palestra “Gerando Falcões”, ministrada pelo empreendedor social Eduardo Lyra e o coquetel de encerramento com sorteio de brindes.

Para o dia 22 de outubro (sábado) está prevista programação cultural, em meio à natureza, proporcionando integração entre os participantes.

9º FinancIES revela novos modelos de ensino com custo reduzido às IES
24/08/2016

Foto de Gustavo Hoffmann

Novos modelos de ensino que garantam mais aprendizagem e custem menos às Instituições de Ensino Superior (IES) serão revelados pelo Pró-Reitor Acadêmico e Diretor de EAD do Grupo Alis Educacional, Gustavo Hoffmann, na palestra “Ensino Híbrido: O Verdadeiro Modelo Low Cost, High Performance no Ensino Superior Brasileiro”, que faz parte da programação do primeiro dia (20/10) do 9º Fórum dos Executivos Financeiros para as Instituições de Ensino Privadas do Brasil (FinancIES). O evento que reúne gestores de todas as regiões do País acontecerá até 22 de outubro, no Campus Farolândia da Unit/Grupo Tiradentes, em Aracaju, capital do Sergipe.

“Acredito que um modelo acadêmico eficiente seja aquele que não somente visa garantir resultados positivos nos indicadores de qualidade externos, como IGC, CPC e Enade, mas que garanta a melhor alocação dos recursos disponíveis e, consequentemente, a entrega dos resultados financeiros de uma IES. O ensino híbrido nos traz esta possibilidade. Fiz ensaios comparando o ensino presencial tradicional, o ensino a distância e o ensino híbrido. Os resultados foram animadores. Alunos submetidos ao ensino híbrido aprenderam mais do que aqueles do presencial tradicional e muito mais do que os submetidos ao EAD. Neste modelo de ensino, o aluno aprende mais e custa menos. Por isso, o termo Low Cost, High Performance. No FinancIES, apresentarei minha visão de futuro para o ensino superior, o que venho fazendo para inovar o modelo educacional e resultados que já obtive com o ensino híbrido”, revela Hoffmann.

Na opinião dele, a inovação não é simplesmente investir em recursos tecnológicos e espaços diferenciados de aprendizagem. “O ensino superior brasileiro precisa de uma inovação disruptiva, que só acontecerá com a mudança do modelo atual de sala de aula. A sala de aula invertida (ou Flipped Classroom) é um dos exemplos de inovação que vem trazendo resultados consistentes para as IES”, avalia, destacando a mudança cultural e a qualificação do corpo docente como principais desafios para inovação no ensino. “Embora eu tenha começado a liderar estas mudanças há pouco mais de quatro anos, tive a oportunidade de acompanhar processos de inovação em pelo menos 50 IES”, conta.

Com base nesta experiência, Hoffmann aponta três sugestões para dar início ao processo de inovação disruptiva: “Não se deve fazer nada top down, principalmente em larga escala. É muito importante que se tenha um grupo, mesmo que seja pequeno, de professores realmente engajados, que tenham aderido voluntariamente ao projeto. Estes serão os multiplicadores que contagiarão os demais com seus resultados bem sucedidos. Também é importante dedicar tempo e recursos humanos e financeiros à qualificação dos professores. Tecnologia e espaços modernos são muito importantes, mas são os professores que farão a diferença no processo de aprendizagem. Com algumas exceções, nossos professores não foram preparados nem para o modelo tradicional de sala de aula. Muito menos para esses modelos inovadores. Qualificação é fundamental. E por fim, deve-se conhecer alguma IES com realidade parecida, que já tenha passado por um processo de inovação. Tão importante quanto saber o que deu certo é entender o que deu errado e por que”, ensina.

Sala de aula invertida, ensino just in time e metodologias ativas de aprendizagem são outras temas que Hoffmann vai abordar em sua palestra no FinancIES. “Além do networking, é fundamental que os gestores saiam da operação. Esse tipo de evento cria um ambiente favorável para a busca de soluções estratégicas, principalmente nos momentos de crise”, avalia o profissional.

Captação de Recursos Via Crowdfunding” é tema de palestra no 9º FinancIES
24/08/2016
Foto de Rogério Profeta

“A proposta é abordar um case de sucesso que acompanhei em detalhes, que foi o lançamento de uma rodada de captação de recursos para uma História em Quadrinhos. Vou mostrar as etapas de criação e a busca de apoio financeiro via crowdfunding, utilizando as redes sociais e outras mídias eletrônicas” explica Profeta, que também é secretário executivo da Fundação Dom Aguirre, mantenedora da Uniso e CDA.

O palestrante avalia, ainda, que a atual crise econômica seja apenas um catalisador das ações de sustentabilidade, pois empresas que pretendem ser perenes e manter perspectivas de sucesso continuado devem privilegiar ações de sustentabilidade econômico financeira continuamente, mantendo projetos institucionais visando tais objetivos. “Como exemplos, cito programas de melhoria contínua, com atividades que promovam resultados positivos nos serviços prestados pela via da melhoria da eficiência operacional, ou seja, produzir mais com menos, atentas também à adequação dos serviços ofertados. Este programa de melhorias deveria estar atrelado a um amplo planejamento estratégico, que nas IES é chamado, eventualmente, de Plano Diretor Institucional (PDI)”, enfatiza.

Hoje, segundo Profeta, os principais desafios enfrentados pelas IES são adequar a oferta de serviços, tanto em relação à forma, no que diz respeito a quais cursos, como ofertar - presencial, EAD ou híbrido - e com quais perfis de qualidade, quanto aos preços; e viabilizar a oferta à luz das definições anteriores, sempre com foco na eficiência operacional. Desta forma, ele considera que o principal diferencial do FinancIES é a praticidade como os temas são tratados e o que ofertam de possibilidades de aplicações aos participantes, além de reunir um network de excelência na área de gestão de IES. “O dia seguinte ao evento é bem movimentado por causa do número de insights que recebemos”, conclui.

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